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SOUSACom o Rali Alto Tâmega, regressou à estrada o Campeonato de Portugal de Ralis. O regresso foi um sucesso e que pode catapultar o CAMI, como clube organizador para provas automobilísticas de primeira linha. Para a dupla da Prolama, Ricardo Sousa/Luis Marques no Peugeot 208 R2 foi igualmente a confirmação do bom campeonato que o jovem piloto vem a concretizar em 2020. Incluído em três competições: o nacional de 2 rodas motrizes, o campeonato Junior e o Challenge R2 & You, destinado aos Peugeot da copa ibérica, Ricardo Sousa somou pontos importante para todas as classificações em que está inserido.

Desde a qualificação, que Ricardo Sousa demonstrou um andamento forte, que apenas um furo na primeira especial do segundo dia conseguiu travar o 208 com as côres do: Montepio Crédito, ADC, Fripan, Consilcar, Coeptum, Hermaf, Total, Paddok, X Cut e Estrelado.com. Um ataque final nas últimas especiais acabou por ser recompensado com a vitória no Challenge reservado aos Peugeot 208 R2... conforme o pilotou declarou, ..." entramos muito bem no rali e o desenho das especiais eram muito adaptadas à nossa forma de pilotar. Fruto destas condições conseguimos uma boa vantagem para os nossos mais directos adversários e não corremos riscos. Contudo um furo na primeira especial do segundo dia, acabou por deitar por terra a nossa estratégia. Perdemos toda a vantagem e ficamos bastante longe da liderança, e nessa altura foi preciso correr atrás do "prejuízo" e atacamos muito forte até à última especial, conseguindo por margem mínima a vitória que procurávamos á algum tempo. Estamos naturalmente satisfeitos com os pontos amealhados em todas as classificações, e continuamos com os nossos objectivos intactos. Agora vamos preparar com todo o cuidado o Rali da Marinha Grande, agradecendo a toda a nossa Equipa de assistência e aos nossos Patrocinadores a aposta que dedicam ao nosso projecto..." concluiu Ricardo Sousa

sergioSérgio Brás e Nuno Rodrigues da Silva regressaram à competição no passado fim de semana, no Rali Alto Tâmega, onde a dupla do Peugeot 208 R2 conseguiu o 4.º lugar no Challenge R2 & You. Piloto de Almada recuperou o ritmo no asfalto e fez balanço positivo da prova transmontana.

Quase seis meses depois da prova de abertura da temporada, em Fafe e Felgueiras, Sérgio Brás voltou a competir no Challenge R2 & You, troféu destinado aos competitivos Peugeot 208 R2. O piloto de Almada, que foi vice-campeão da Taça FPAK logo na sua primeira época completa na modalidade, em 2018, enfrentou a natural falta de ritmo provocada por cerca de um ano sem disputar ralis de asfalto. Ainda assim, Sérgio Brás esteve sempre no 4.º lugar da competição no Rali Alto Tâmega e cumpriu o objetivo nos troços de Chaves e Boticas.

"Queríamos recuperar o ritmo no asfalto, pois já não disputávamos uma prova neste piso há quase um ano", referiu Sérgio Brás, aludindo ao Rali Terras D'Aboboreira, realizado em setembro de 2019. "O Rali Alto Tâmega tem troços longos e exigentes, por isso fomos readquirindo o ritmo ao longo da prova e não tivemos qualquer percalço de maior. A equipa Inside também nos deu um Peugeot em excelentes condições, por isso o balanço do rali é positivo e o 4.º lugar no troféu cumpriu os nossos objetivos", afirmou o piloto navegado por Nuno Rodrigues da Silva, que vai agora ponderar a próxima prova do seu programa desportivo em 2020.

joaberA dupla Joaquim Bernardes e Laurinda Alves ao volante do Volkswagen Golf estiveram em grande plano no passado fim de semana no Rali Alto Tâmega, prova a contar para o Campeonato Portugal de Ralis.

Desta feita o Volkswagen Golf esteve perfeito, e logo no sábado de tarde, na primeira classificativa – Alto Tâmega com uma extensão de 15,06 km, tendo percorrido toda a sua extensão em 9.358, para na classificativa seguinte – Chaves com 18,72 km/h ter percorrido toda a classificativa em 12.56.0.Sem qualquer tipo de problemas, na chegada a Chaves, Joaquim Bernardes dizia-nos " está tudo a correr muito bem, sem problemas, é só fazer as habituais verificações, meter combustível, e andar. O carro está impecável, com um excelente andamento, mas é impossível chegar aos Mitsubishi que estão á nossa frente, de resto tudo perfeito, temo-nos divertido, vamos lá ver como irá correr as classificativas de amanha ", conclui Joaquim Bernardes.

Depois duma noite de descanso, no domingo de manhã, ânimo e boa disposição era o que não faltava no seio da equipa do team Manaia, e assim na primeira passagem pelo troço de Chaves – Boticas 1, com uma extensão de 19, 40 km, acabou por fazer um excelente crono com 13.26.3.Na classificativa seguinte, Boticas 1, com 14,23 km de extensão, acabariam por ser feitos em 9.19.2.

Nova ronde e passagem pelo troço de Chaves – Boticas 2, onde a dupla Joaquim Bernardes e Laurinda Alves percorreram os 19, 40 km em 13.13.7, melhorando um pouco em relação à passagem anterior. Para a última classificativa desta edição do rali Alto Tâmega, acabaria por fazer um tempo de 9.22.5 numa classificativa com 14,23 km, acabando por não conseguir melhorar o tempo em relação á passagem anterior. Graças a este conjunto de resultados, Joaquim Bernardes e Laurinda Alves seria classificados na 32ª posição na classificação geral, 3º na categoria e primeiro na classe H 85.

Depois de subir ao pódio, onde a simpática equipa recebeu os troféus Joaquim Bernardes e Laurinda Alves estavam muito satisfeitos, onde o piloto nos começou por dizer " custou mas conseguimos, ufaaa chegamos ao fim. Desta vez correu muito bem, sem problemas alguns, foi ter um andamento certo, sem exageros, sempre muito concentrado para não cometer erros, mas consegui nas classificativas hoje disputadas melhorar os meus tempos, em suma correu tudo bem, estou muito feliz, já não era sem tempo fazermos este bom resultado final".

A seu lado Laurinda Alves já com o troféu na mão acrescentava " a prova correu muito bem, sem problemas com o carro, aliás tivemos muito cuidado na preparação do carro, trabalhamos muito, e os frutos estão aqui com esta vitória na categoria, por isso estou muito contente, e agora há que começar a preparara a próxima prova ", conclui Laurinda Alves.

armn11alApós ter terminado a primeira etapa do Rali do Alto Tâmega na liderança, Armindo Araújo e Luís Ramalho acabaram por não conseguir assegurar a vitória na prova organizada pelo CAMI, depois de terem sido vítimas de um furo, na quinta especial, que os afastou da luta pelo triunfo.

Com o claro objetivo de vencer e manter a liderança do CPR, a dupla do Team Armindo Araújo/The Racing Factory partiu para a derradeira etapa na primeira posição, mas sentiu algumas dificuldades em imprimir o ritmo desejado nas duas primeiras especiais do dia. "Não começamos bem o dia de hoje pois senti o carro bastante duro para o estado em que se encontravam as especiais e perdemos a liderança por uma margem muito curta. Corrigimos isso para a parte da tarde e atacamos forte na quinta especial. Acabamos por não ter aqui a sorte pelo nosso lado, pois furamos a cerca de três quilómetros do final e perdemos uns segundos que sabíamos serem, em condições normais, muito difíceis de recuperar. Sinto que poderíamos vencer, mas infelizmente, desta vez, não conseguimos", começou por dizer no final o piloto do Skoda Fabia R5 Evo.

Com três provas ainda por disputar (espera-se em breve a confirmação do rali que substituirá a prova Açoriana) e com apenas seis dos sete resultados possíveis a fazerem parte das contas finais, ainda existem muitos pontos para conquistar. "Não foi claramente o resultado que queríamos, mas conseguimos mais um pódio e pontos suficientes para nos mantermos claramente na discussão do título. Ainda estão em disputa muito pontos e continuamos determinados em sermos campeões. Hoje tivemos um furo no nosso objetivo", referiu ainda Armindo Araújo.

Ainda sem a certeza quanto à prova que substituirá o Rali dos Açores, mas com a já assumida possibilidade de o Rali Terras D'Aboboreira ser realizada em finais de outubro, o Rali Vidreiro – Centro de Portugal será o próximo rali do calendário de 2020. A prova do CAMG está agendada para 9/10 de outubro.

Classificação CPR: 1º B. Magalhães – 121,63; 2º A. Araújo – 112,94; 3º R. Teodósio – 79,61; 4º J.P.Fontes – 67,26; 5º P. Meireles – 42 pontos...

doalmdfPedro Almeida e Hugo Magalhães concluíram o Rali do Alto Tâmega com a sensação de que o resultado final poderia ter sido melhor. «Ficamos satisfeitos com os pontos amealhados par ao Campeonato de Portugal de duas rodas motrizes (CPR 2RM), mas com a sensação de que poderíamos ter chegado ao pódio na Peugeot Rally Cup Ibérica» começou por dizer o piloto no final da corrida. Pedro Almeida não entrou bem na manhã do segundo dia de prova e num rali com apenas 6 classificativas, o tempo aí perdido acabou por ser determinante para as contas finais.

«Apanhamos um susto na primeira especial da manhã e isso retirou-me toda a confiança para as especiais seguintes, o que num trofeu tão competitivo e onde todos os pilotos dão tudo, acabou por nos penalizar» acrescentou o piloto. A estreia na Peugeot Rally Cup Ibérica foi outra nota positiva na análise do piloto. «Foi a primeira vez que entramos numa competição deste género, com carros muito iguais e onde não há margem de gestão ou de erro. É uma lição que levamos e os indicadores de tempo da última clasiifcativa do dia, onde tivemos necessidade de atacar para não perder a posição, dão-nos a convicção de que podemos andar mais à frente».

À geral a dupla terminou o Rali do Alto Tâmega na 11ªposição. A próxima prova da dupla Almeida/Magalhães é o Rally Princesa das Astúrias, a disputar na região espanhol entre os dias 10 e 12 de Setembro, pontuável para a Peugeot Rally Cup Ibérica. «Esta competição tem quatro ralis, dois em Portugal (ndr. o Alto Tâmega e o Rali Vidreiro) e dois em Espanha (Pricesa das Astúrias e La Nucia) e é um dos desafios a que nos propusemos quando no inicio da temporada optamos por trocar de carro para a marca francesa. É um campeonato competitivo, com muitos pilotos jovens e onde o o ritmo é muito igual, o que obriga a exigência de condução e a testar os limites. Esta exigência vai fazer-nos evoluir» disse Pedro Almeida.