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DANIEL13A região de Trás-os-Montes foi o palco do Rali Alto Tâmega, que decorreu no passado fim de semana, onde Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro partiram com objectivo de manterem a liderança do Campeonato Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes e do Challenge R2&You.

No final da prova, Daniel Nunes afirmava, "Foi uma prova muito difícil para nós. Adorámos os troços mas entrei sem ritmo. Devido a situações profissionais, os reconhecimentos foram escassos e a concentração não foi a indicada, pelo que isso traduziu-se no andamento e no cronómetro. Fomos ganhando ritmo e confiança mas ao mesmo tempo desiludidos, pois era impossível chegar ao andamento e tempos dos nossos adversários , equipados com os novos Rally 4."


"Só nos restava lutar pelo Challenge R2&You mas, na quinta especial do rali, quando estávamos para a iniciar, um acidente com um concorrente que nos antecedia fez com que estivéssemos parados cerca de trinta minutos. Com pneus e travões frios partimos para o troço, mas, em consequência dessa paragem, tivemos 3 saídas de estrada. Com vontade de atacar para consolidar a liderança do Challenge R2&You, mas perdemos a margem que tínhamos e, no último troço perdemos o rali por frustrantes 7 décimas de segundo, mas as corridas são assim", disse o piloto.

"Estamos conscientes que o nosso campeonato pode estar perdido se continuarmos aos comandos do Peugeot 208 R2, pois não conseguimos chegar perto da concorrência que, entretanto se apetrechou com os novos Peugeot 208 Rally 4 e, vamos agora reunir com a equipa e analisar o que se pode fazer nas restantes provas do campeonato", concluiu Daniel Nunes.

pascovenDepois de ter ganho o Rali Alto Tâmega à geral em 2019, Vítor Pascoal voltou a triunfar na prova transmontana, desta feita para o Campeonato de Portugal de Ralis GT. Piloto do Baião Rally Team, que é navegado por Ricardo Faria, ganhou quatro das seis classificativas do rali, disputado em condições difíceis para os Porsche.

O bicampeão nacional de Ralis GT cumpriu plenamente os seus objetivos na edição de 2020 do Rali Alto Tâmega, onde sabia de antemão que teria muito maiores dificuldades do que em 2019, devido a uma discutível posição de partida. Com o asfalto muito sujo e cheio de pedras, fruto da passagem de dezenas de carros antes do Porsche 991 GT3 Cup, Vítor Pascoal concentrou-se em manter o carro alemão na estrada e em tentar ganhar a segunda prova consecutiva no CPRGT, depois do triunfo em Castelo Branco.

"Foi um rali onde sofremos imenso com as condições da estrada, nem parecia o mesmo rali de 2019", afirmou Vítor Pascoal no final. "A organização colocou-nos a partir muito atrás, inclusive atrás de alguns Kia Picanto, o que naturalmente nos fez apanhar a estrada muito suja devido à quantidade de carros que passaram antes de nós. O asfalto tinha muita terra e pedra, havia algumas zonas problemáticas, por isso tivemos sempre algumas cautelas. Vencemos o rali nos GT, que era o grande objetivo, ganhámos quatro troços e aproveitámos também para trabalhar na afinação das novas suspensões do carro. Agora vamos virar as nossas atenções para a Rampa de Boticas, onde tentaremos repetir a vitória nos GT que obtivemos na Rampa de Murça", comentou o piloto do Baião Rally Team.

SOUSACom o Rali Alto Tâmega, regressou à estrada o Campeonato de Portugal de Ralis. O regresso foi um sucesso e que pode catapultar o CAMI, como clube organizador para provas automobilísticas de primeira linha. Para a dupla da Prolama, Ricardo Sousa/Luis Marques no Peugeot 208 R2 foi igualmente a confirmação do bom campeonato que o jovem piloto vem a concretizar em 2020. Incluído em três competições: o nacional de 2 rodas motrizes, o campeonato Junior e o Challenge R2 & You, destinado aos Peugeot da copa ibérica, Ricardo Sousa somou pontos importante para todas as classificações em que está inserido.

Desde a qualificação, que Ricardo Sousa demonstrou um andamento forte, que apenas um furo na primeira especial do segundo dia conseguiu travar o 208 com as côres do: Montepio Crédito, ADC, Fripan, Consilcar, Coeptum, Hermaf, Total, Paddok, X Cut e Estrelado.com. Um ataque final nas últimas especiais acabou por ser recompensado com a vitória no Challenge reservado aos Peugeot 208 R2... conforme o pilotou declarou, ..." entramos muito bem no rali e o desenho das especiais eram muito adaptadas à nossa forma de pilotar. Fruto destas condições conseguimos uma boa vantagem para os nossos mais directos adversários e não corremos riscos. Contudo um furo na primeira especial do segundo dia, acabou por deitar por terra a nossa estratégia. Perdemos toda a vantagem e ficamos bastante longe da liderança, e nessa altura foi preciso correr atrás do "prejuízo" e atacamos muito forte até à última especial, conseguindo por margem mínima a vitória que procurávamos á algum tempo. Estamos naturalmente satisfeitos com os pontos amealhados em todas as classificações, e continuamos com os nossos objectivos intactos. Agora vamos preparar com todo o cuidado o Rali da Marinha Grande, agradecendo a toda a nossa Equipa de assistência e aos nossos Patrocinadores a aposta que dedicam ao nosso projecto..." concluiu Ricardo Sousa

sergioSérgio Brás e Nuno Rodrigues da Silva regressaram à competição no passado fim de semana, no Rali Alto Tâmega, onde a dupla do Peugeot 208 R2 conseguiu o 4.º lugar no Challenge R2 & You. Piloto de Almada recuperou o ritmo no asfalto e fez balanço positivo da prova transmontana.

Quase seis meses depois da prova de abertura da temporada, em Fafe e Felgueiras, Sérgio Brás voltou a competir no Challenge R2 & You, troféu destinado aos competitivos Peugeot 208 R2. O piloto de Almada, que foi vice-campeão da Taça FPAK logo na sua primeira época completa na modalidade, em 2018, enfrentou a natural falta de ritmo provocada por cerca de um ano sem disputar ralis de asfalto. Ainda assim, Sérgio Brás esteve sempre no 4.º lugar da competição no Rali Alto Tâmega e cumpriu o objetivo nos troços de Chaves e Boticas.

"Queríamos recuperar o ritmo no asfalto, pois já não disputávamos uma prova neste piso há quase um ano", referiu Sérgio Brás, aludindo ao Rali Terras D'Aboboreira, realizado em setembro de 2019. "O Rali Alto Tâmega tem troços longos e exigentes, por isso fomos readquirindo o ritmo ao longo da prova e não tivemos qualquer percalço de maior. A equipa Inside também nos deu um Peugeot em excelentes condições, por isso o balanço do rali é positivo e o 4.º lugar no troféu cumpriu os nossos objetivos", afirmou o piloto navegado por Nuno Rodrigues da Silva, que vai agora ponderar a próxima prova do seu programa desportivo em 2020.

joaberA dupla Joaquim Bernardes e Laurinda Alves ao volante do Volkswagen Golf estiveram em grande plano no passado fim de semana no Rali Alto Tâmega, prova a contar para o Campeonato Portugal de Ralis.

Desta feita o Volkswagen Golf esteve perfeito, e logo no sábado de tarde, na primeira classificativa – Alto Tâmega com uma extensão de 15,06 km, tendo percorrido toda a sua extensão em 9.358, para na classificativa seguinte – Chaves com 18,72 km/h ter percorrido toda a classificativa em 12.56.0.Sem qualquer tipo de problemas, na chegada a Chaves, Joaquim Bernardes dizia-nos " está tudo a correr muito bem, sem problemas, é só fazer as habituais verificações, meter combustível, e andar. O carro está impecável, com um excelente andamento, mas é impossível chegar aos Mitsubishi que estão á nossa frente, de resto tudo perfeito, temo-nos divertido, vamos lá ver como irá correr as classificativas de amanha ", conclui Joaquim Bernardes.

Depois duma noite de descanso, no domingo de manhã, ânimo e boa disposição era o que não faltava no seio da equipa do team Manaia, e assim na primeira passagem pelo troço de Chaves – Boticas 1, com uma extensão de 19, 40 km, acabou por fazer um excelente crono com 13.26.3.Na classificativa seguinte, Boticas 1, com 14,23 km de extensão, acabariam por ser feitos em 9.19.2.

Nova ronde e passagem pelo troço de Chaves – Boticas 2, onde a dupla Joaquim Bernardes e Laurinda Alves percorreram os 19, 40 km em 13.13.7, melhorando um pouco em relação à passagem anterior. Para a última classificativa desta edição do rali Alto Tâmega, acabaria por fazer um tempo de 9.22.5 numa classificativa com 14,23 km, acabando por não conseguir melhorar o tempo em relação á passagem anterior. Graças a este conjunto de resultados, Joaquim Bernardes e Laurinda Alves seria classificados na 32ª posição na classificação geral, 3º na categoria e primeiro na classe H 85.

Depois de subir ao pódio, onde a simpática equipa recebeu os troféus Joaquim Bernardes e Laurinda Alves estavam muito satisfeitos, onde o piloto nos começou por dizer " custou mas conseguimos, ufaaa chegamos ao fim. Desta vez correu muito bem, sem problemas alguns, foi ter um andamento certo, sem exageros, sempre muito concentrado para não cometer erros, mas consegui nas classificativas hoje disputadas melhorar os meus tempos, em suma correu tudo bem, estou muito feliz, já não era sem tempo fazermos este bom resultado final".

A seu lado Laurinda Alves já com o troféu na mão acrescentava " a prova correu muito bem, sem problemas com o carro, aliás tivemos muito cuidado na preparação do carro, trabalhamos muito, e os frutos estão aqui com esta vitória na categoria, por isso estou muito contente, e agora há que começar a preparara a próxima prova ", conclui Laurinda Alves.