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CPR

armn11alApós ter terminado a primeira etapa do Rali do Alto Tâmega na liderança, Armindo Araújo e Luís Ramalho acabaram por não conseguir assegurar a vitória na prova organizada pelo CAMI, depois de terem sido vítimas de um furo, na quinta especial, que os afastou da luta pelo triunfo.

Com o claro objetivo de vencer e manter a liderança do CPR, a dupla do Team Armindo Araújo/The Racing Factory partiu para a derradeira etapa na primeira posição, mas sentiu algumas dificuldades em imprimir o ritmo desejado nas duas primeiras especiais do dia. "Não começamos bem o dia de hoje pois senti o carro bastante duro para o estado em que se encontravam as especiais e perdemos a liderança por uma margem muito curta. Corrigimos isso para a parte da tarde e atacamos forte na quinta especial. Acabamos por não ter aqui a sorte pelo nosso lado, pois furamos a cerca de três quilómetros do final e perdemos uns segundos que sabíamos serem, em condições normais, muito difíceis de recuperar. Sinto que poderíamos vencer, mas infelizmente, desta vez, não conseguimos", começou por dizer no final o piloto do Skoda Fabia R5 Evo.

Com três provas ainda por disputar (espera-se em breve a confirmação do rali que substituirá a prova Açoriana) e com apenas seis dos sete resultados possíveis a fazerem parte das contas finais, ainda existem muitos pontos para conquistar. "Não foi claramente o resultado que queríamos, mas conseguimos mais um pódio e pontos suficientes para nos mantermos claramente na discussão do título. Ainda estão em disputa muito pontos e continuamos determinados em sermos campeões. Hoje tivemos um furo no nosso objetivo", referiu ainda Armindo Araújo.

Ainda sem a certeza quanto à prova que substituirá o Rali dos Açores, mas com a já assumida possibilidade de o Rali Terras D'Aboboreira ser realizada em finais de outubro, o Rali Vidreiro – Centro de Portugal será o próximo rali do calendário de 2020. A prova do CAMG está agendada para 9/10 de outubro.

Classificação CPR: 1º B. Magalhães – 121,63; 2º A. Araújo – 112,94; 3º R. Teodósio – 79,61; 4º J.P.Fontes – 67,26; 5º P. Meireles – 42 pontos...

doalmdfPedro Almeida e Hugo Magalhães concluíram o Rali do Alto Tâmega com a sensação de que o resultado final poderia ter sido melhor. «Ficamos satisfeitos com os pontos amealhados par ao Campeonato de Portugal de duas rodas motrizes (CPR 2RM), mas com a sensação de que poderíamos ter chegado ao pódio na Peugeot Rally Cup Ibérica» começou por dizer o piloto no final da corrida. Pedro Almeida não entrou bem na manhã do segundo dia de prova e num rali com apenas 6 classificativas, o tempo aí perdido acabou por ser determinante para as contas finais.

«Apanhamos um susto na primeira especial da manhã e isso retirou-me toda a confiança para as especiais seguintes, o que num trofeu tão competitivo e onde todos os pilotos dão tudo, acabou por nos penalizar» acrescentou o piloto. A estreia na Peugeot Rally Cup Ibérica foi outra nota positiva na análise do piloto. «Foi a primeira vez que entramos numa competição deste género, com carros muito iguais e onde não há margem de gestão ou de erro. É uma lição que levamos e os indicadores de tempo da última clasiifcativa do dia, onde tivemos necessidade de atacar para não perder a posição, dão-nos a convicção de que podemos andar mais à frente».

À geral a dupla terminou o Rali do Alto Tâmega na 11ªposição. A próxima prova da dupla Almeida/Magalhães é o Rally Princesa das Astúrias, a disputar na região espanhol entre os dias 10 e 12 de Setembro, pontuável para a Peugeot Rally Cup Ibérica. «Esta competição tem quatro ralis, dois em Portugal (ndr. o Alto Tâmega e o Rali Vidreiro) e dois em Espanha (Pricesa das Astúrias e La Nucia) e é um dos desafios a que nos propusemos quando no inicio da temporada optamos por trocar de carro para a marca francesa. É um campeonato competitivo, com muitos pilotos jovens e onde o o ritmo é muito igual, o que obriga a exigência de condução e a testar os limites. Esta exigência vai fazer-nos evoluir» disse Pedro Almeida.

brunoaplveDepois de um importante triunfo para as contas do CPR na ilha da Madeira Bruno Magalhães e o navegador Carlos Magalhães voltaram a comprovar o excelente momento de forma do Team Hyundai Portugal, com uma vitória clara n o Rali Alto Tâmega , quarta prova da A dupla do Hyundai i20 R5 foi a mais rápida em quatro das seis classificativas no asfalto de Chaves e Boticas, passando para a frente do Campeonato de Portugal de Ralis.

"Estou mesmo muito contente com a nossa performance neste rali, que era novo para quase toda a gente "", afirmou Bruno Magalhães Depois da vitória na Madeira, queríamos manter essa performance no Alto Tâmega, que naturalmente tem características bastante diferentes . Ainda assim, estivemos sempre muito competitivos e, à exceção do segundo troço, estivemos sempre no comando do rali. É um resultado importante, que nos permite passar para a frente do campeonato, e tenho de dedic ar esta vitória a toda a equipa da Hyundai Portugal e aos nossos patrocinadores "", referiu o tricampeão nacional e vice campeão da
Europa.

 

zepalTerminou esta tarde em Chaves a edição de 2020 do Rali do Alto Tâmega, quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2020, que marcou um regresso dos ralis continentais e, de novo, em pisos de asfalto. Para o Citroën Vodafone Team o resultado final não foi o ambicionado. Depois de terem lutado, do princípio ao fim, pelo pódio, José Pedro Fontes e Inês Ponte colocaram o Citroën C3 R5 no quarto lugar final.

Após um percalço no "qualifying", que acabou por condicionar performance da equipa durante toda a primeira etapa, o piloto portuense aplicou-se a fundo neste segundo dia de rali para tentar encurtar o fosso para o comandante da prova. Porém, este esforço acabou por não surtir efeito, sendo certo que o quarto lugar final não reflete de modo algum a performance rubricada ao longo deste exigente rali. Um pião na penúltima especial (Chaves/Boticas 2) teve um custo direto de quase três dezenas de segundos na classificação...

No final, José Pedro Fontes esclarecia que "estávamos a tentar recuperar, mas nas condições em que o rali se disputou e ao nível a que andamos, uma falha, por mínima que seja, representa uma fatura pesada e que nós pagámos de imediato. Sei que tínhamos condições para lutar pela vitória, algo que se complicou ainda na manhã de ontem e que influenciou todo o nosso rali. Este não é o resultado final que pretendíamos, mas a verdade é que foi uma prova cheia de percalços, em que andámos sempre a correr atrás do prejuízo. Ainda assim, não baixamos os braços, temos mais ralis pela frente e há muitos pontos em disputa. Agora há que trabalhar a pensar no Rali Vidreiro, novamente em asfalto, onde o nosso foco volta a estar na vitória.

O Campeonato de Portugal de Ralis prossegue nos dias 9 e 10 de outubro, na região da Marinha Grande, com o Rali Vidreiro/Centro de Portugal.

CLASSIFICAÇÃO FINAL:
1º Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Hyundai), a 54m55,3s
2º Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda), a 11,2s
3º Ricardo Teodósio/José Teixeira (Skoda), a 34,0s
4º José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroën C3 R5), a 48,9s
5º Pedro Meireles/Mário Castro (VW), a 57,3s

pedrovenceA dupla portuguesa Pedro Antunes / Pedro Alves impôs-se no Rali do Alto Tâmega, primeira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2020, realizada entre ontem e hoje na região de Chaves, iniciativa em que se registou a estreia do novo e competitivo Peugeot 208 Rally 4, a nova máquina desenvolvida pela Peugeot Sport para a vertente de competição cliente e que passa a servir de base à copa ibérica de ralis.

Contabilizados os tempos das especiais e após várias lutas ao segundo pelos lugares de topo, muitas trocas de líderes e percalços para alguns dos pretendentes à vitória, esta ficou para dupla do 208 Rally 4 nº 27, após impor-se por 19,4 segundos a Óscar Palomo / José Pintor e por 25,6 segundos a Sergí Francoli / María Salvo, as duplas que ocuparam os lugares do pódio da prova flaviense.

Demonstrativo do potencial competitivo do novo 208 Rally 4 é o facto de a dupla portuguesa, para além da vitória na copa, ter alcançado um fantástico 7º lugar em termos de classificação geral da prova flaviense.
O próximo encontro desta competição coorganizada pela Peugeot Portugal e Peugeot Espanha está agendado para o segundo fim de semana de setembro, no Rally Princesa de Asturias.

Pedro Antunes e Pedro Alves assumiram-se hoje como os primeiros vencedores da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2020, impondo-se, com bastante autoridade, no Rali do Alto Tâmega, primeira prova da Temporada 3 da copa ibérica. Num rali onde 16 novos Peugeot 208 Rally 4 se apresentaram à partida, foram eles os mais lestos a cumprirem as 5 Especiais efetivamente corridas (pouco mais de 82 km cronometradas, dos 101 inicialmente previstos).

Após um conjunto de lutas intensas pelos melhores lugares, os restantes degraus do pódio ficaram para as duplas espanholas Óscar Palomo / José Pinto, no 2º lugar, e Sergí Francoli / Maria Salvo, no 3º, terminando respetivamente a 19,4 e 25,6 segundos do vencedor.

No final, Pedro Antunes referiu: "Foi um rali muito intenso e difícil, pelo que esta vitória tem um sabor ainda mais especial, pois marca a estreia da nova temporada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e ser o primeiro a consegui-lo é sempre especial. Quanto ao rali, depois de um primeiro dia encurtado, hoje começámos por ter a pressão do 'Pep' Bassas, mas dado que logo depois ele desistiu, ficámos um pouco mais à vontade. Ainda assim não pudemos facilitar, pois os nossos restantes adversários mais diretos não estavam longe e qualquer percalço poderia significar tempo valioso perdido. Mas penso que eu e o Pedro alcançámos um fantástico resultado, na copa e também na geral, onde alcançámos um lugar de relevo. Segue-se, em setembro, o Princesa das Astúrias, prova que não conheço e de que ainda não há muita informação".
No seu caminho para a primeira vitória do ano, a Pedro Antunes e Pedro Alves venceram 2 Especiais (ES4 e ES5), de entre os 5 troços disputados, dos 6 inicialmente definidos neste Rali do Alto Tâmega (recorde-se que a ES2 foi neutralizada sem que nenhum dos Peugeot 208 Rally 4 a tenha podido completar). Os restantes melhores tempos: ficaram para Óscar Palomo / José Pintor (ES1), Josep Bassas / Axel Coronado (ES3) e Alejandro Cachon / Alejandro Lopez (ES6).
Em termos de pontuações alcançadas nesta prova, Pedro Antunes soma a fatia maior entre os Pilotos, conquistando os 25 pontos da vitória e o proporcional de 5 pontos dos 2 troços em que registou o melhor tempo, o mesmo se passando com Pedro Alves na vertente dos Navegadores.
Óscar Palomo conquistou o primeiro troféu da Junior Cup da época, enquanto nas Equipas a vitória e respectiva pontuação maior ficou para a PT Racing, que para além dos pontos da vitória, soma os do 7º lugar da sua segunda equipa, composta por Ruben Rodrigues / Estevão Rodrigues.

Mudanças constantes de líderes na parte da manhã do segundo dia
Tendo saído esta manhã do Parque Fechado, em Chaves, com uma magra vantagem de 1,4 segundos sobre os seus mais diretos adversários, garantida na única especial corrida no dia de ontem (sábado), os espanhóis Óscar Palomo / José Pintor viram essa diferença esfumar-se no primeiro troço do dia – os 19,4 km de Chaves / Boticas, não indo além do 4º melhor tempo, perdendo 10 segundos para os mais rápidos.
À sua frente ficaram Josep Bassas / Axel Coronado, com um melhor tempo que lhe garantiu a subida à liderança da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, batendo Pedro Antunes / Pedro Alves por 5,3 segundos e Roberto Blach / Adrian Varela por 8,8 segundos. Mas essa liderança de Bassas seria efémera, pois logo no troço seguinte – Boticas (14,23 km) – o espanhol via-se fora de prova por problemas mecânicos. Demonstrando o equilíbrio de andamentos entre as equipas da frente, os 3 pilotos mais rápidos neste troço ficaram separados por 9 décimos de segundo, com vantagem de 0,4 segundos para Pedro Antunes sobre Álvaro Muñiz, ficando Roberto Blach aos tais 0,9 segundos.
Assim, após a ronda da manhã, o top-3 provisório apresentava Pedro Antunes na liderança provisória da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, com 7,4 segundos de vantagem sobre Roberto Blach e 9,2 segundos sobre Óscar Palomo, o primeiro líder deste Rali do Alto Tâmega, , que por sua vez tinha o seu conterrâneo Sergí Francoli a apenas 1,7 segundos.
Outras lutas a meio do pelotão opunham, nesta fase da prova, Pedro Almeida, Alejandro Cachon e David Nafria, em luta pelo 5º lugar e separados por pouco mais de meio minuto, enquanto Ruben Rodrigues e Ernesto Cunha tinham 4,3 segundos entre eles, lutando pelo 8º lugar.

O forcing do Peugeot 208 Rally 4 nº 27
Na ronda da tarde por estes mesmos dois troços, Pedro Antunes reforçou a sua pretensão à vitória, tirando 3 segundos ao tempo da manhã, na repetição dos 19,4 km do troço de Chaves / Boticas, especial que Roberto Blach, o 'Campeão' de 2018 da copa, já não terminaria, pois ficava pelo caminho após acidente, perdendo, assim, um potencial lugar no pódio.
A fechar o dia, os 14,23 km de Boticas viu um alinhamento diferente no topo da tabela de tempos, com Alejandro Cachon / Alejandro Lopez a imporem-se a Pedro Almeida / Hugo Magalhães, ficando os futuros vencedores do rali, já a controlar um pouco o ímpeto, apenas com o 3º melhor crono.
Das 16 equipas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA que se apresentaram à partida deste rali, apenas 4 ficaram pelo caminho, duas por despiste e outras duas por questões técnicas.

Rali do Alto Tãmega - PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA
Classificação Final (provisória):
1º PT Racing – Pedro Antunes / Pedro Alves, 57m50,7s
2º Club Deportivo Cheetah – Óscar Palomo (1º Junior) / José Pintor, a 19,4s
3º Mavisa Sport – Sergí Francoli (2º Junior) / Maria Salvo, a 25,6s
4º The Racing Factory – Pedro Almeida / Hugo Magalhães, a 54,6s
5º Alvemaco Rentacar – Alejandro Cachon (3º Junior) / Alejandro Lopez, a 59,2s
6º David Nafria / Pedro Requena, a 1m27,6s
7º PT Racing – Ruben Rodrigues / Estevão Rodrigues, a 2m10,8s
8º RF Competições – Ernesto Cunha/ Valter Cardoso, a 2m45,4s
9º GC Motorsport – Sérgio Fuentes / Alain Peña, a 3m07,2s
10º Paulo Caldeira/ Ana Gonçalves, a 9m00,6s
11º Delbin Motorsport – Delbin Garcia (4º Junior) / Jose Vieitez,
12º Álvaro Muñiz / Javier Martinez,
Abandonos: Luis Delgado / André Carvalho (acidente na ES1), Domingo Estrada / Cristina Iglésias (não partiu para a 2ª Etapa), Josep Bassas / Axel Coronado (avaria na ES 4), Roberto Blach / Adrian Varela (acidente na ES5).