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Um rali de verdadeira ap

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A dupla aruilense Gil Antunes e Diogo Correia estrearam o novo e exclusivo projeto Dacia Sandero R4

Terça, 7 Julho 2020 Comente

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Fotos Rali de Mortágua 2

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Fotos: Paulo Homem (Proíbida a reprodução de fotos sem indicação da fonte)Evento: Rali de Mortágua 2

Quarta, 2 Janeiro 2019 Comente

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gilcbA dupla aruilense Gil Antunes e Diogo Correia estrearam o novo e exclusivo projeto Dacia Sandero R4 no Rali de Castelo Branco, um Rali que não deu tréguas.

A juventude do Dacia Sandero R4 não colaborou, mas não foi suficiente para a desistência desta dupla, uma vez que ao longo do fim-de-semana não faltou a luta pela melhoria.

O Dacia Sandero R4 é uma novidade não só no Campeonato Português de Ralis, como também é uma novidade na Europa e foi essa juventude que dificultou a vida a Gil Antunes e Diogo Correia, que se depararam com problemas de aquecimento ao longo de todo o Rali de Castelo Branco.

No sábado, Gil Antunes e Diogo Correia souberam que não iam ter a tarefa facilitada, não só por estarem pela primeira vez no CPR com um automóvel de tração integral, mas também porque se avistava um dia de temperaturas elevadíssimas, que iria colocar à prova a mecânica do Dacia Sandero R4.

Os problemas não tardaram, uma vez que o sobreaquecimento do intercooler e radiador obrigava à desativação do "ALS – Anti Lag System", provocando enormes perdas de potência. A questão não está a ser simples de resolver, uma vez que a canalização do ar para o radiador não basta para solucionar a mesma.

Em todos os parques de assistência, a Domingos Sport Competição trabalhou arduamente na abertura da grelha dianteira, com o objetivo de melhorar o fluxo de ar para o radiador, o que melhorou substancialmente a refrigeração do motor. Apesar dos esforços, a história voltou a repetir-se no Domingo com perdas de potência, entradas em modo de segurança e desativações sucessivas do "ALS", devido ao sobreaquecimento do intercooler.

Com todos os contratempos, Gil Antunes e Diogo Correia conquistaram o 1º lugar na categoria R4 e 13º lugar à geral.

Nos meses que se seguem, Gil Antunes e Diogo Correia vão continuar a trabalhar na resolução das questões técnicas do Dacia Sandero R4, em conjunto com a Domingos Sport Competição, esperam uma melhoria significativa já para o Rali da Madeira.

leone copyO Rali de Castelo Branco marcou o regresso de Pedro Leone e Bruno Ramos à estrada, numa prova que se revelou dificil para a dulpa da Leone Racing Team, mas a muita resistência demonstrada e a vontade de chegar ao final, acabou por permitir alcançar o segundo lugar na prova e a conquista de 25 pontos no campeonato. " Foi uma prova difícil, o calor que se fazia sentir dentro do carro era insuportável e a somar a tudo isto tivemos três furos, partimos a barra estabilizadora dianteira e nos últimos 5 kms ficámos sem embraiagem....não me lembro de tantos incidêntes numa só prova a que fomos resistindo e resolvendo, mas a verdade é que não conseguimos fazer uma única etapa sem sofrer um precalço", comenta o piloto Pedro Leone.

Mesmo com todos estes incidêntes que impediram a realização de uma melhor prova e com uma melhor prestação, Pedro Leone consegue chegar ao final da prova conquistando o segundo lugar e somar a pontuação máxima para o campeonato nesta prova. Pedro Leone acrescenta: " No final o balanço é positivo em termos de resultado e pelo facto de termos conseguido resolver o que foi surgindo evitando assim que desistissemos....foi uma prova de verdadeira resistência. "

A próxima prova realiza-se em Chaves no final de agosto.

pascoalcbO bicampeão nacional de Ralis GT abriu a sua época nos ralis com um triunfo em Castelo Branco, resultado que Vítor Pascoal dedicou à memória de Domingos Mota. Piloto do Porsche 991 GT3 Cup, navegado por Ricardo Faria, superou condições difíceis no asfalto da Beira Baixa.

Foi um fim de semana particularmente exigente para Vítor Pascoal, sobretudo em termos psicológicos, devido ao recente falecimento de Domingos Mota, até então responsável técnico da equipa e um amigo próximo do piloto do Baião Rally Team. Concentrando-se sobretudo em chegar ao final da prova, Vítor Pascoal acabou por vencer todas as classificativas entre os GT, começando o ano com a pontuação máxima.

"Esta vitória é para o Domingos", dedicou Vítor Pascoal. "Lembrei-me dele em vários momentos durante o rali, até na altura das verificações, porque era ele que costumava levar o carro para ser verificado. Emocionalmente não foi fácil disputar esta prova, mas o facto de o asfalto estar muito sujo tornou tudo ainda mais difícil. Não são condições indicadas para os GT, por isso só o facto de termos chegado ao final já é positivo. Este resultado só foi possível com a ajuda de um grupo de amigos, que foram fundamentais para estarmos no rali e a quem tenho de agradecer por todo o apoio nesta fase", afirmou o piloto do Baião Rally Team, que vai agora preparar o Rali Vila Medieval de Ourém, agendado para 22 e 23 de agosto.

netoApesar de o resultado final não ter correspondência com andamento verificado, Paulo Neto / Vitor Hugo saíram do Rali de Castelo Branco com um enorme manancial de experiência ao volante do Skoda Fabia R5 em asfalto, cumprindo assim os objetivos para esta prova.

Paulo Neto / Vitor Hugo não tiveram a sorte do seu lado nesta edição 2020 do Rali de Castelo Branco, segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis, integralmente disputada em pisos de asfalto. Um furo, na fase inicial do rali, e a consequente troca de pneus em pleno troço, motivou um enorme atraso, que se saldou num 17º lugar final.

"Tínhamos dito que nesta prova queríamos, acima de tudo, fazer o número máximo de quilómetros ao volante do Skoda Fabia R5 em pisos de asfalto. Por esta perspetiva o balanço da nossa presença no Rali de Castelo Branco só pode ser considerado positiva. Enfrentamos um rali muito duro, muito exigente e com muito calor, o que tornou o nosso desafio ainda maior. Porém, acho que os quase 100 quilómetros de troços serviram para conhecer melhor o nosso Skoda, como também para evoluir a nossa condução ao longo do rali, como se prova pelos tempos que realizamos no segundo dia, onde tivemos uma performance muito mais consistente", afirma Paulo Neto, reconhecendo que "ao ritmo a que andamos no segundo dia e sem o furo do primeiro dia e ainda um pião, poderíamos ter terminado o Rali de Castelo Branco no Top10, até porque já rodamos próximo dos tempos de outros pilotos com mais experiência e conhecimento ao volante de viaturas R5".

Quanto ao rali em si, Paulo Neto reconhece que "foi uma prova muito interessante, competitiva e com muito público a assistir na estrada, provando que os ralis são um desporto muito acarinhado pelos seus adeptos. A Escuderia de Castelo Branco fez um enorme esforço para colocar esta prova na estrada e, por isso, está de parabéns. Queria também agradecer à ARC pelo excelente trabalho que desenvolveu".

A Paulo Neto Sport conta com os parceiros: Weber, Baxi, Dominó, Listor, Italbox, Quantinfor, AVF, Total, Vitarte, Peçintra e Cision.

 

calistoDisputadas as duas primeiras provas do Campeonato de Portugal de Clássico de Ralis, Vitor Calisto / António Cirne, que tripulam um Ford Escort RS 2000 MK1, lideram esta competição, depois de somarem os pontos de um terceiro lugar no Rali de Castelo Branco.

Depois do Rali do Bairrada, o Rali de Castelo Branco foi a segunda prova do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, prova na qual Vitor Calisto / António Cirne marcaram presença. "Foi um rali muito difícil. Chegamos a medir a temperatura no interior do Ford Escort que marcava 71 graus!!! Foi nestas condições que disputamos este rali, sempre com o objetivo de fazer o melhor resultado possível, mas ainda nos deparamos com uma dificuldade adicional. Como partíamos para os troços depois dos concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis, apanhávamos o percurso muito sujo em muitas curvas, mais parecendo que estávamos a disputar um rali de terra. Acho que a Escuderia de Castelo Branco, que é um excelente clube e montou um excelente rali, devia ter mais atenção a esta aspeto pois isso influencia muito a prestação de todas as equipas que, como nós, partem para os troços mais atrás", explica Vitor Calisto.

Em termos desportivos, o Rali de Castelo Branco acabou, segundo Vitor Calisto, por "decorrer muito bem. Fizemos a nossa prova sem cometer erros e como o Ford Escort não teve qualquer problema conseguimos, face às incidências da prova, terminar num excelente 4º lugar da geral, mas somando os pontos de um terceiro lugar. Dessa forma, e como já tínhamos pontuado no Rali da Bairrada, acabamos por sair de Castelo Branco na liderança do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, o que é de facto uma excelente notícia para toda a equipa".