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“A FPAK não deveria ter permitido que outros valores que não o princípio da igualdade tivessem imperado”, João Lucas

CAMPEONATO DE PORTUGAL DE RALIS 2026

Em entrevista ao Jornal Reconquista (www.reconquista.pt) de 23 de abril de 2026, João Lucas, Presidente da Escuderia de Castelo Branco, falou da descriminação a que o Rali de Castelo Branco foi sujeito, por parte da FPAK, no calendário de 2026.

Em declarações a este importante jornal regional, João Lucas começou por dizer que “o interesse dos importadores das marcas falou mais alto. E a FPAK cedeu”, e lamenta que o mérito não tenha presidido à decisão da FPAK e obrigar os pilotos (equipas) a escolher entre o Rali de Castelo Branco e o Rally de Lisboa.

No mesmo artigo, diz João Lucas que foi feito um esforço muito grande para que o Rali de castelo Branco não fosse ainda mais penalizado do que aquilo que foi, para uma prova que “que tem sido exemplar”, acentuando que o que aconteceu “é uma tremenda injustiça”.

João lucas diz ainda ao mesmo jornal que “a FPAK não deveria ter permitido que outros valores que não o princípio da igualdade tivessem imperado” e informa que a avaliação ao Rali de Castelo Branco de 2025 foi superior à de outras provas, não percebendo porque razão o Rali de Castelo Branco foi sujeita a esta discriminação.

Compreendendo a posição dos pilotos e equipas que escolheram Lisboa, João Lucas diz neste artigo ao Jornal Reconquista que seria mais justo “os pilotos irem a todos os ralis e depois deitarem os piores resultados fora”, sedo que dessa forma o interesse desportivo “ficaria mais salvaguardado”.

O Presidente da Presidente da Escuderia de Castelo Branco diz ainda neste artigo que “foi preciso correr muito para que a avaliação de cada rali passe a ser pública. Batalhámos muito para que as pontuações sejam públicas. No final sai o pior. Temos de fazer o nosso trabalho.”

No final deste importante artigo, João Lucas refere: ”Cumpre-nos fazer, outra vez, um grande rali”.

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