
A TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal terminou o Rali da Madeira com Pedro Almeida e António Costa no terceiro lugar entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. Kris Meeke e Stuart Loudon ficaram afastados da luta pela vitória após um incidente, mas demonstraram a sua rapidez ao vencerem dez das 15 provas especiais.
Pedro Almeida e António Costa realizaram uma prova consistente, tendo como prioridade a gestão das contas do campeonato. Depois de um início menos conseguido, a dupla do Toyota GR Yaris Rally2 recuperou posições e, após a terceira classificativa, já ocupava o terceiro lugar entre os concorrentes do CPR.
A partir desse momento, Pedro Almeida procurou consolidar a presença no pódio, mantendo um intenso duelo pelos lugares cimeiros. No último dia, o piloto aumentou o ritmo e venceu as 12.ª e 14.ª classificativas, assegurando definitivamente a terceira posição. Na Power Stage, ficou a apenas quatro décimos de segundo de somar pontos adicionais.
O resultado representa o quarto pódio consecutivo de Pedro Almeida no campeonato, incluindo uma vitória, permitindo-lhe consolidar a vice-liderança.
“Não saímos da Madeira satisfeitos, porque o rali não correu como pretendíamos. Tivemos um primeiro dia muito irregular, nunca me senti totalmente confortável com o carro, e isso fez-nos perder um tempo que, numa prova tão rápida e exigente, foi impossível recuperar no segundo dia. Ainda assim, conquistámos mais um pódio no Campeonato de Portugal de Ralis e somámos pontos importantes, embora aquém das nossas ambições”, afirmou Pedro Almeida.
“Agora, o foco está já na próxima prova. Temos demonstrado que somos capazes de fazer melhor e é nisso que, juntamente com toda a equipa, vamos continuar a trabalhar”, acrescentou.
Kris Meeke foi outra das figuras do Rali da Madeira. O britânico começou por vencer a superespecial de abertura, mas um toque na traseira esquerda do Toyota GR Yaris Rally2, na primeira passagem por Santo da Serra, obrigou a reparações de emergência e resultou numa elevada perda de tempo.
Afastado da luta pela vitória, Meeke manteve-se em prova e protagonizou uma recuperação marcada por um ritmo muito forte. O piloto venceu a maioria das classificativas seguintes, terminando o rali com dez triunfos nos 15 troços disputados.
“No final deste espetacular rali, tenho sentimentos de alegria e de desilusão. A desilusão vem obviamente do toque logo na segunda especial. Quero muito vencer este rali e talvez tenha querido demasiado logo nesse troço. Ficámos arredados das contas da vitória, mas continuámos em prova para ganhar experiência e conseguimos mostrar a nossa velocidade”, explicou Kris Meeke.
“Se não fosse aquele toque, o resultado poderia ser bem diferente. Fico, portanto, contente com o ritmo que mostrámos e com as aprendizagens. Quero deixar um agradecimento muito especial à TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal e à Madeira por me receberem novamente tão bem. Hei de voltar para tentar vencer este fantástico rali”, garantiu o piloto britânico.



