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Rui Francisco Soares no Águeda Rali Travocar para aproximar os ralis das pessoas

Promolafões Rali Cup by Castrol Travocar

Rui Francisco Soares, engenheiro-chefe de Elfyn Evans no Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), vai regressar à competição no Águeda Rali Travocar, prova integrada na Promolafões Rali Cup by Castrol. Depois de ter participado no Rali da Madeira Legend, ao volante de um Subaru Impreza, o engenheiro português volta a assumir o papel de piloto numa iniciativa que considera importante para aproximar os ralis das pessoas e promover as regiões.

Habituado à exigência do Campeonato do Mundo de Ralis, onde desempenha funções de grande responsabilidade na estrutura da Toyota, Rui Francisco Soares encontra nas competições nacionais uma oportunidade para desfrutar da condução e viver a modalidade numa perspetiva diferente daquela que conhece profissionalmente.

“Os ralis são muito mais do que carros e competição. São uma forma extraordinária de aproximar pessoas, promover regiões e criar experiências que ficam na memória”, começa por afirmar.

O engenheiro português destaca particularmente o conceito desenvolvido pela Promolafões, que procura associar a componente desportiva à valorização dos territórios e ao envolvimento das populações.

“Gosto particularmente da forma como a Promolafões olha para os ralis. Claro que todos gostamos de competição, de bons carros e de ver os pilotos a andar depressa, mas há muito mais para além disso. Estas provas conseguem levar o automobilismo às pessoas, dar a conhecer regiões extraordinárias e criar uma dinâmica muito positiva em torno das localidades que as recebem”, destaca.

A componente humana como principal motivação

Para Rui Francisco Soares, a participação nestas provas representa também uma oportunidade para recuperar a proximidade entre pilotos, equipas e público, uma das características que considera fundamentais na identidade dos ralis.

“Aquilo que mais valorizo é a componente humana. É ver as equipas a conviverem, o público a aproximar-se dos pilotos, as famílias a acompanharem as provas e as pessoas da região a envolverem-se na organização. É esse ambiente que torna os ralis especiais e que faz com que uma prova seja muito mais do que um fim de semana de competição”, afirma.

O engenheiro-chefe de Elfyn Evans considera igualmente que os ralis podem desempenhar um papel relevante na dinamização económica e turística das localidades que acolhem as competições.

“Um rali pode ser uma excelente montra para uma região. Leva pessoas a locais que, muitas vezes, não conheciam, desperta a curiosidade pela paisagem, pela gastronomia e pelo património e cria oportunidades para a economia local. Mas, acima de tudo, deixa experiências e memórias. Quando conseguimos juntar tudo isto à paixão pelos automóveis, estamos a fazer algo verdadeiramente positivo”, acrescenta.

Águeda Natal acrescenta interesse à participação

A realização do Águeda Rali Travocar durante a época natalícia constitui outro dos motivos de interesse para Rui Francisco Soares.

A prova permitirá associar a competição automóvel ao ambiente do Águeda Natal, iniciativa que tem projetado o concelho a nível nacional e internacional, nomeadamente através do maior e do mais pequeno Pai Natal do mundo.

“Acho extraordinário quando uma prova de automobilismo consegue integrar-se naquilo que de melhor uma região tem para oferecer. Águeda é um bom exemplo disso, porque, além dos ralis, tem uma celebração de Natal muito própria, com elementos que a distinguem e que despertam a curiosidade de quem a visita”, salienta.

Para o engenheiro português, esta ligação entre o desporto e as iniciativas locais constitui uma mais-valia para todos os envolvidos.

“É uma oportunidade para juntar duas paixões: os ralis e a descoberta de novos lugares. Para quem participa, para as equipas e para as famílias que acompanham a prova, poder conhecer Águeda nesta altura do ano é um valor acrescentado. E, para a própria região, é mais uma forma de receber visitantes, mostrar aquilo que a torna especial e criar uma experiência diferente”, refere.

Do Mundial de Ralis ao volante de um carro de competição

A presença no Águeda Rali Travocar dá continuidade à participação de Rui Francisco Soares em provas nacionais, depois de ter disputado este ano o Rali da Madeira Legend ao volante de um Subaru Impreza.

Apesar da ligação profissional ao mais alto nível do automobilismo mundial, o engenheiro mantém o gosto pela competição enquanto piloto, aproveitando estas oportunidades para viver os ralis de uma forma mais descontraída.

“Trabalhar no Mundial de Ralis é uma experiência extraordinária, com um nível de exigência muito elevado, mas a paixão pelos ralis vive-se de muitas formas. Participar nestas provas permite-me estar do outro lado, desfrutar da condução, conviver com outros participantes e sentir de perto o entusiasmo das pessoas”, explica.

A participação no Águeda Rali Travocar representa, assim, mais uma oportunidade para Rui Francisco Soares conciliar a paixão pela condução com o contacto direto com os adeptos e com as comunidades que recebem as competições.

“No final, é isso que fica: os momentos que partilhamos, as pessoas que conhecemos e a forma como conseguimos contribuir para dar vida às regiões que nos recebem. Para mim, essa é uma das grandes virtudes dos ralis e algo que a Promolafões tem sabido valorizar”, conclui Rui Francisco Soares.

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