Soltas Rali Casinos do Algarve
Surpreendentemente (ou talvez não) Carlos Vieira mostrou que no seu segundo rali em terra com o R5 pode perfeitamente lutar pelas vitórias no Nacional de Ralis. Um piloto que todos os adeptos de ralis gostam de ver, pois alia rapidez ao espectáculo. “Na terra é que é espetacular conduzir o R5, pois é um carro feito para este tipo de piso”, dizia Carlos Vieira, muito satisfeito com a sua exibição.
Vitor Ribeiro foi um dos piloto mais azarados do Rali Casinos do Algarve. O piloto fez os reconhecimentos, testou para a prova mas um problema no depósito de combustível, deixa Vitor Ribeiro fora do rali não tendo sequer entrado em parque fechado antes da prova ir para a estrada.
O caso mais grave do Rali Casinos do Algarve foi o tremendo acindente de Francisco Nascimento. O Peugeot 208 R2 da Inside Motor caiu 60 ou 70 metros numa ravina, logo ao primeiro quilómetro o troço inaugural, tendo Francisco Nascimento e o seu Navegador José Carlos Rodrigues muito combalidos sendo obrigado a ir ao hospital. Felizmente ficou o susto, como ficou também muita chapa amolgada.
Ricardo Moura não ficou nada contente com o final do Rali Casinos do Algarve, apesar de o ter vencido. No final do rali os jornalistas não tiveram direito a declarações, embora se espere que o piloto e a equipa ARC venham falar sobre todos os acontecimentos, nomeadamente sobre o furo no carro de Pedro Meireles (que o próprio piloto confirmou), que possibilitou que Fontes fosse campeão.
Rafael Cardeira foi ao Algarve buscar o título na RC5. O piloto inscreveu-se, subiu com o DS3 R1 ao pódio e desistiu logo a seguir… com o título no bolso.



