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Fontes geriu bem a vitória

fontesvence17O Rali de Castelo Branco terminou com os dois primeiros classificados separados por apenas 2,6s numa luta “caseira” (leia-se Sport&You) entre José Pedro Fontes e o inesperado Carlos Vieira, num rali que ficará marcado “infelizmente” pela ausência de penalizações aos muitos pilotos que tocaram nas baias durante a super-especial.

Se ver José Pedro Fontes na liderança das provas de asfalto é normal e até previsível neste Rali de Castelo Branco, já Carlos Vieira tirou da cartola uma exibição de gala, tendo discutido até final a vitória, depois de ter passado duas vezes pela liderança da prova.

Fontes acabou por se impor no derradeiro troço, para o qual entraram com apenas 1s de diferença, regressando aos triunfos no asfalto o seu terreno de eleição.

João Barros, que se pensava poder discutir a vitória em Castelo Branco, que lhe sorriu em 2016, teve uma prova sem grandes erros mas não tão competitiva como se esperava, resultando mesmo assim num pódio.

Com um rali pouco competitivo, Miguel Barbosa mostrou que no asfalto precisa de outro ritmo para acompanhar os primeiros, enquanto o quinto lugar foi Ricardo Teodósio que fez mais uma excelente exibição com o Lancer Evo X, vencendo o Grupo RC2N.

Muito interessante de seguir foi a luta nas duas rodas motrizes. Mais uma vez o surpreendente Pedro Antunes venceu, mas não teve uma rali fácil, já que os seus adversários foram sempre pressionando, nomeadamente Paulo Neto que terminou no segundo lugar a pouco menos de 6 segundos, depois de um bom rali.

No Challenge DS3 R1, Diogo Soares confirmou as credenciais de campeão em 2016 e venceu com toda a categoria, frente a Miguel J. Barbosa, que mesmo assim teve um bom regresso aos ralis.

Vencedores de Troços
Carlos Vieira (4); José Pedro Fontes (4); João Barros (1)

Comandantes Sucessivos
Carlos Vieira (Pec 1); José Pedro Fontes (Pec 2 a 4); Carlos Vieira (Pec 5); José Pedro Fontes (Pec 6 a 9)

Classificação Final (provisório)

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