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Soltas Rali Terras D´Aboboreira 2026

CAMPEONATO DE PORTUGAL DE RALIS 2026

Um dos momentos mais marcantes do início do Campeonato de Portugal de Ralis nem tem propriamente a ver com a prova de abertura. Os pilotos foram já obrigados a escolher entre o Rally de Lisboa e o Rally de Castelo Branco, tendo a FPAK divulgado os nomes, por prova, que pode ver aqui. Apesar de já se saber há muito tempo esta regra para o CPR 2026, não deixa de ser incompreensível a sua execução, até pela forma discriminatória como as duas provas foram tratadas face às restantes, como também pela ausência de critério (divulgado) sobre a escolha desta duas. Não se entende!!!

ConcorrenteRally de LisboaRali de Castelo Branco
3Armindo AraújoX
4João Barros
X
5Ricardo Filipe
X
6José Pedro FontesX
9Paulo NetoX
12Paulo CaldeiraX
13Henrique Moniz
X
15Pedro AlmeidaX
23Pedro Meireles
X
24Ricardo TeodósioX
25Rui Borges
X
27Gonçalo HenriquesX
31Guilherme MeirelesX
33Diogo Marujo
X
55Hugo LopesX
67Rafael RêgoX
69Ruben Rodrigues
X


A grande surpresa do primeiro dia foi o jovem piloto estónio Jasper Vaher, da equipa “júnior” da Toyota. No seu quarto rali da temporada, com pouca experiência de Rally2, e sem nunca ter vindo a esta prova, o estónio abrir o livro no primeiro troço, onde foi mais rápido que toda a concorrência por 17s. Já no Qualigying, em pouco mais de 3 quilómetros, tinha ganha mais de 3s. O caso sério a despontar?

A estreia de Rafael Rego ao volante do Toyota GR Yaris Rally2 não foi feliz ao perder uma roda depois de um toque, deitando por terra o bom desempenho que tinha tido no Qualifying. Também com algum azar esteve Ricardo Teodósio, devido a um problema de travões no segundo troço, acabou por dar um toque e ter um furo.

Outro destaque, pela positiva, foi a vitória no segundo troço de Hugo Lopes, sendo a primeira vez que o piloto de Viseu vence uma especial em termos absolutos nos rlais do CPR. Mesmo assim, o piloto reportou um problema com o comportamento do carro no primeiro troço, que o desconcentrou, devido ao facto de ser um troço muito longo. Aliás, o seu colega de equipa, Gonçalo Henriques, experimentou alguns problemas (transmissão) ainda no Qualifying, que não chegou a realizar, para depois perder muito tempo na segunda especial devido a problemas de motor.

Outro dos destaques deste rali vai para o “excesso” (pela positiva) de comunicação audiovisual, com diretos dos troços, dos parques fechados e de outras zonas do rali. Para quem não veio ao rali, certamente poderá acompanhar, a par e passo, via redes sociais, a tudo que se está a passar nesta prova.

Mas nem tudo é positivo e existem regressos que não deviam acontecer, pois não trazem qualquer acrescento ou valor à prova. Estamos a falar do Free Pratice e do Qualifying que não tem qualquer cabimento ser realizado. Mesmo que seja por regulamento FIA, não existe cabimento para o regresso de uma regra que nem no mundial de ralis tem acontecido.

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