
Joni Gonçalves, piloto que disputa o Campeonato de Portugal de Ralis de duas rodas motrizes, mostrou-se bastante crítico em relação à composição do calendário do CPR 2RM, considerando injusto o facto de a competição contar com cinco provas em asfalto e apenas três em terra.
“Acho uma tremenda injustiça, vergonhoso mesmo, o Campeonato de Portugal de Ralis de duas rodas motrizes ter cinco provas de asfalto e apenas três de terra. Acho que é uma injustiça tremenda, porque acaba por favorecer uns e prejudicar outros”, afirmou o piloto.
Para Joni Gonçalves, tratando-se de um dos principais campeonatos nacionais de ralis, deveria existir um equilíbrio total entre os dois tipos de piso.
“Na minha opinião, o CPR 2RM deveria ter quatro provas de asfalto e quatro provas de terra, porque estamos a falar de um campeonato nacional e acho muito mal que não exista esse equilíbrio”, reforçou.
A posição do piloto surge numa fase em que o CPR 2RM entra numa sequência decisiva da temporada, com Joni Gonçalves a olhar já para o próximo desafio em pisos de terra, no Algarve, onde assume claramente a ambição de discutir os primeiros lugares.
“Vamos ao Algarve com o intuito de lutar pela vitória. Sabemos que somos rápidos nos pisos de terra e, por isso, vamos tentar fazer um bom rali e lutar pela vitória”, concluiu Joni Gonçalves.
O piloto deixa, assim, uma crítica clara ao atual formato do calendário, defendendo que uma divisão de quatro provas em terra e quatro em asfalto permitiria criar maior equilíbrio competitivo entre os concorrentes do CPR 2RM.



