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CPR regressa às origens com o Rally de Lisboa 2026

CAMPEONATO DE PORTUGAL DE RALIS

A estreia do Rally de Lisboa (28 a 30 maio) no calendário do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) em 2026, reúne um conjunto de aliciantes que marca um novo capítulo na sua cronologia. Desde os monumentos e regiões nacionais de referência histórica que vai emoldurar, até à escolha de “especiais” enraizadas na essência dos ralis portugueses, ou até ao Prize Money de 5.000€ atribuído aos três pilotos portugueses melhores classificados, promete ser de novo uma edição marcante, em termos de impacto mediático, face à habitual cobertura da CMTV e à sua envolvência a nível de património, território e competição desportiva de elevado nível, sendo por isso mesmo considerado de Interesse Turístico Nacional.

Organizada pelo CPKA, a terceira prova da época do CPR e a primeira em classificativas de asfalto continuará a ter o seu centro nevrálgico na vila de Mafra, que tem logo como primeira classificativa a PEC Tapada de Mafra, sendo que grande parte deste troço é o antigo e mítico Gradil que termina mesmo em Mafra, proporcionando assim à população local a oportunidade de ver um total de três PEC’s, mais o Shakedown.  Duas à entrada e outra dentro da vila, que no termo da primeira etapa acolhe a Super-Especial Mafra. Será em redor do deslumbrante Palácio Nacional que tem a parte do traçado mais espetacular e cénica, visto que que proporciona imagens de rara beleza.

O arranque do rali volta a ter como cenário o emblemático Padrão dos Descobrimentos, no Passeio Ribeirinho de Belém, em Lisboa, antes de os concorrentes rumarem aos troços da Tapada de Mafra, Sobral Monte Agraço – que além de ter as especiais totalmente disputadas no seu território ainda recebe no centro da vila uma Zona de Reabastecimento), Vila Franca de Xira e de Alenquer.

O parque de assistência, por questões de melhor funcionalidade, é transferido para a Encarnação, mítica freguesia do município de Mafra que tem uma enorme tradição e muitos aficionados do desporto automóvel, o que garante desde logo casa cheia…onde não vai faltar animação na Fun Zon.

O último dia da prova tem início com a segunda passagem pelas quatro primeiras classificativas de sexta-feira. A seguir ao reagrupamento em Encarnação, no final da manhã, antes do último parque de assistência, ocorre a viagem para um dos momentos altos deste Rally de Lisboa, com a “ronde” na Serra de Sintra, a catedral dos ralis na área da Grande Lisboa. Será, no troço de Pé da Serra/Peninha (9,61 km) o regresso do Campeonato de Portugal de Ralis às suas origens, se recordarmos que este campeonato foi criado em 1969, ano que remonta ao início da utilização das estradas da Serra de Sintra nos ralis, com as classificativas de Rio da Mula, Alcabideche, Janes, Cabo da Roca, Peninha ou Lagoa Azul.

Fiel à sua tradição e pelo terceiro ano consecutivo, o Rally de Lisboa terminará em clima de festa no cenário idílico da Marina de Cascais, em cujos arruamentos, e antes da consagração final dos concorrentes, se realiza uma sensacional City Stage (1,37 km), tendo como pano de fundo as embarcações de luxo ali ancoradas, bem como a costa do Estoril e a Baía de Cascais.

O Rally de Lisboa, que nos últimos dois anos foi a prova única da Taça de Portugal de Ralis e que esta época ascendeu ao Campeonato de Portugal de Ralis, integrando ainda o CPR 2RM, CPR Júnior, CPR Masters e FPAK Júnior Team, volta a ser uma prova internacional, pontuável para o International Iberian Rally Trophy, fazendo parte ainda dos calendários das competições monomarca Peugeot Rally Cup e Challenge Clio Rally5.

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