Soltas Rali de Castelo Branco
Um dos aspetos que caracteriza o Rali de Castelo Branco é a elevada média das classificativas. Tirando a super-especial, que é disputada nos arruamentos de Castelo Branco, todos os troços têm uma média superior a 104 Km/h, sendo que o troço mais rápido é o de Fonte Longa com 121,3 Km/h, valor atingindo por José Pedro Fontes no seu Citroen durante a segunda passagem por esta especial.
A Escuderia Castelo Branco esteve mais um vez muito bem. Nota-se muito empenho das gentes do clube neste evento e uma motivação grande em fazer as coisas bem feitas. Houve um reforço grande da segurança, nomeadamente no número de Marshall´s presentes na prova e o público local aderiu ao evento em todos os seus momentos (troços, super-especial, pódio, assistência, etc).
Manuel Inácio foi o líder do Rali de Castelo Branco nos Grupo N (RC2N). Porém, no final a vitória ficou novamente para José Barbosa, que agora soma duas conquistas do lugar mais alto do pódio. Nelson Trindade, ficou no segundo lugar, depois de uma prova para esquecer com muitos problemas com o Mitsubishi.
Joaquim Bernardes venceu “finalmente” uma prova do Nacional de Clássicos, que é um excelente prémio para tanta persistência num caro que tem dado tantos problemas. Também em Castelo Branco, o VW Golf bloqueou a caixa na 5ª velocidade pelo que o derradeiro troço foi, segundo o piloto, o mais difícil da sua carreira.
Gonçalo Inácio teve um estreia “feliz” nos ralis. Bateu num passeio e furou um pneu tendo ainda feito um pião que resultou num toque algo violento. No final o jovem piloto, mais habituado às pistas, comentava ter adorado a experiência e que gostou tanto de ralis que dificilmente regressará às pistas nos próximos tempos!!!



